quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Segredo do Banheirão

Com vocês, minha estreia na 7ª arte:

domingo, 15 de novembro de 2009

Anos que não atualizo. Vamos lá. Muita coisa aconteceu no mundo esses dias. Na minha vida também. Queria escrever mas travei. Tá faltando tesão. Ou é só a pressão do final do ano. O tempo correndo, a agenda apertada, muita coisa legal acontecendo ao mesmo tempo e a proximidade da entrega do tcc.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

É como me disse a Katia uma vez. A uninine e a nossa falta de memória vão falir a gente. Pois é, vai mesmo. Sai daqui tão estabanado na terça-feira pra ver o Go que esqueci de renovar o empréstimo de um livro na biblioteca digital. Na quarta já não dava mais para fazer a renovação. E eu também dormi fora. Só voltei pra casa ontem. Resumindo: hoje tenho que ir a faculdade, devolver o livro. Mas não lamento. Aproveito para fazer mais o tal do TCC e me livrar disso o quanto antes.

Mas então, eu queria falar o quanto é impressionante o fato de a Stefhany ser campeã ABSOLUTA de comentários lá no site em que eu trabalho. O Gu fez um post sobre ela uma vez e ainda escreveu o nome dela sem o "h". O que não faz muita diferença já que o nivel geral dos comentários revela um certo semianalfabetismo endêmico - e inteligência anêmica - que continua a vigorar de norte a sul deste país tão maravilhoso que é o Brasil. Não é, Brasil?

Daí que o reverendo - nossa, como essa palavra me lembra Os Simpsons - Marcio Retamero escreveu ontem uma coluna sobre religião. Lá ele falava sobre a vinda do Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil. Bom, a começar que eu não sou religioso. Nem em deus eu acredito. Mas tenho gostado das colunas do pastor lá no site. Pra falar a verdade, acho esse negócio de igrejas inclusivas uma tremenda furada, mas respeito a opinião e religião de cada um.

A ideia de convidar o Retamero pro A Capa foi depois de ver a repercussão de uma matéria que o Victor escreveu sobre um encontro da Betel - a igreja lá que ele comanda. E pensando da fase Ana Fadigas da G lembrei como ela falava muito em deus e de como as bichas adoravam os editoriais dela. Reservo-me o direito de achar isso cafona, mas também de enxergar que algumas pessoas gostam - muito - do assunto.

E sempre achei que o problema das pessoas, e das bichas em particular, é a falta de leitura. O negócio é o seguinte. No mundo todo há informação e conhecimento suficiente para que as pessoas se "libertem" de um estado de clausura, motivados por homofobia, preconceito e toda violência - fisica e moral - decorrente disso. O problema é que há uma preguiça generalizada reinante, que me dá preguiça só de tocar no assunto.

Vamos lá. Há alguns anos, a Edições GLS lançou no Brasil um livro chamado "O que a bíblia realmente diz sobre a homossexualidade". Uma vez vi a transmissão daquele programa, calça comprida, que o Shoichi apresentava e tinha uma bicha enfrentando perseguição religiosa, porque diziam pra ela que o "homossexualismo" era um pecado. Aí o Shoichi recomendou este livro pra bicha e a bicha não conhecia. Ficou agradecida.

Isso faz uns dois, três anos. Eu conhecia o livro. Já tinha o visto em uma Bienal. Achei estranho a bicha não conhecer. Pra mim, todos gays deveriam ao menos saber que existe um livro tratando desta temática. Informação e conhecimento, neste sentido, é uma arma pra combater preconceito, ignorância e burrice. Possibilidades e referenciais econômicos, culturais e geográficos a parte, a informação está lá. Gostaria muito de entender os motivos que fazem com que as pessoas não a "consumam".

Enfim, tudo isso pra dizer que lendo a coluna da Mônica Bergamo dia desses entendi melhor a posição do governo federal em receber o Ahmadinejad. Dizia lá que Lula teria dito a dirigentes de outros países que isolar o Irã e colocá-lo contra a Parede como o mundo tem feito/faz não vai ajudar muito a construir diálogo com o mamute Mahmoud. Não que eu esteja aqui defendendo o Ahmadinejad - e se tivesse também que diferença faria? - mas acho "bonito" uma atitude desse do Lula.

Tudo bem, tudo bem. O interesse no Irã é econômico, pretóleo e coisa e tal. É isso que incomoda. Ver os anunciados investimentos no pré-sal, os estados e parlamentares se degladiando pra ver quem fica com o melhor pedaço do filé enquanto alguns tentam debater soluções viáveis de energia e combustível renováveis. Sem falar que tem aquele negócio da economia interna fraca e dependente da exportação, que eu já falei em outro post.

Divagações a parte, e mudando completamente de assunto - não acho errado a declaração de Chavez de que até na Casa Branca se consome cocaína. Não imagino porque não haveria motivos para que não cheirassem, bem na sede do governo dos Estados Unidos. E mais, precisa ser muito do besta pra não imaginar que todo esse circo de repressão às drogas é fachada. Vamos ao clichê: autoridades e poderosos financiam o tráfico, e são beneficiados por ele.

No mais, as drogas também cumprem uma função social importante. São, ou deveriam ser, válvulas de escape, portais para o autoconhecimento, etc. Já fui mais "simpático" às drogas, tive muitas vontades de experimentar algumas, poucas oportunidades. Melhor assim do jeito que foi, que é. Saber do vício de pessoas próximas me faz querer ficar longe de qualquer citação leviana do assunto, como se fossem coisas meramente recreativas.

Porque na boa, acho que a brincadeira - e não só em relação às drogas, a tudo - já foi longe demais.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Oi novembro! Tudo bom?

Foi um final de semana alcoolico. Claro que não coloquei o pé na jaca, mas bebi bem. Na sexta, no sábado e no domingo. Só não bebi na segunda, porque ainda tenho responsabilidades. E acho que até estou conseguindo cumprí-las. Terminei segundo capítulo de 4 do TCC. Hoje talvez eu devesse começar o 3, mas agora eu vou viver a vida, passar o meu blush blush e assistir o primeiro filme da Mostra este ano - e vai ser a trabalho.

Eu tenho mais coisas pra postar, mas ando sem tempo, vontade e coragem. Tenho coisas a escrever, considerações sobre milhares de coisas, mas não dá. Acho que vou fazer um blog secreto pra publicar as coisas impublicáveis da minha vida. É, é isso.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O negócio do Tarantino

Estou lendo O negócio do Michê, do argentino Néstor Perlongher, falecido em 92 em decorrência da Aids. A obra é fruto de sua dissertação de mestrado em antropologia. O livro é acadêmico como não poderia deixar de ser. Mas em algumas partes, quando fala dos garotos de programa ali da República, eu fico é bem do excitado.

Tem um prefácio o livro e as orelhas, que falam sobre Perlongher, que ele era bem humorado, irônico e coisa e tal e usava meio que um portunhol no texto da dissertação. Aí que eu estava pensando se o título já não seria em si uma pegadinha de ambiguidade. Porque vejamos, negócio pode ser um ramo de atividade, algo que se negocia... Mas também pode ser o pau, pênis, pinto. Nunca ninguém ouviu falar “ele tinha um negócio grande”?.

Então, aí resolvi falar do negócio do Tarantino. Não do negócio que aparece no Planeta Terror e que derrete, mas no outro negócio: a violência. E então eu venho pra dizer. Tarantino não é nada violento. Não mesmo. Violência lá é o cara do AfroReggae morrer do jeito que morreu, é o menino crackeiro ter matado a namorada. Perto de umas outras cafonalhices da vida real Tarantino é uma poliana no tico-tico.

Assisti, finalmente, Bastardos Inglórios na sexta-feira e gostei pra caralho. O Marcelo disse que prefere Kill Bill, e a Jana disse que ainda é mais Pulp Fiction, mas deu 9 pros Bastardos. Eu daria 10. Fãs puristas sempre preferem as coisas antes. A operação Kino é quase uma operação Valquíria que deu certo. E a divisão por capítulos faz o roteiro ser muito bem amarrado. O filme investe bastante em diálogos surreais. Como na cena do jogo de cartas e o cara é o King Kong. That’s Bingo é outra cena impagável. Incrível.

Sobre atuação tenho a dizer que ontem vendo Sr. e Sra. Smith e comparando com Bastardos, acho o Brad Pitt um bom ator e antes eu só o achava bonitinho. Simpatizava com ele porque ele é um simpatizante da causa gay e falou que não se casaria enquanto as bichas não puderem casar. Mas vendo-o como o tenente Aldo, o Apache eu o achei sensacional. Ele dá o tom de humor do filme, que nem é tão engraçado, mas provocou risos irritantes da plateia besta que foi assistir ao longa às 21h no Espaço Unibanco da Augusta #prontofalei.

Tá, tem o outro ator, que fala milhões de línguas e tudo mais e também é muito bom. Disseram que ele roubou a cena. Achei ele bom. Ele é o vilão. Os vilões são sempre mais queridos. O cara lá manda muito bem e tal. Pensando dessa forma, o Brad Pitt deve ser o único herói que se veste melhor que o vilão em um filme. Tudo bem, tem aquela roupa amarela da Uma Thurman no Kill Bill.

Enfim, o que – pelo menos até agora – passou despercebido foi o meu querido lindo idolatrado salve salve amém Daniel Brühl. Nenhum jornalista de cinema ou site de cultura pop ou blogueiro metido a cult deste mundo falou do Daniel Brühl. Gente, o Daniel Brühl é tudo e tem um papel fundamental, chave do roteiro. A história engrena depois que ele entra. E ninguém teve a pachorra de escrever uma única linha sobre ele. A Jana até falou pra mim que ele aparecia pouco. É nada, ele aparece bastante e o filme não seria a mesma coisa sem ele.

Então, pra reparar a injustiça: eu gostei muito muito muito do Daniel Brühl no filme. Meu caso de amor com este ator é antigo. Acho que na Mostra de 2004 eu vi Edukators em uma daquelas sessões gratuitas pra estudantes secundaristas. E depois de um tempo foi Adeus Lenin! Os dois filmes foram relativamente festejados pelas críticas da época. Aí o cara pega e sai de um circuito underground, pra entrar pela porta da frente em algo um pouco mais mainstreamm, trabalhando num filme do Tarantino, e ninguém fala nada sobre isso. Eu estou passado com essa indústria cultural.

E por falar nisso, vocês acharam o Mike Myers - o Austin Powers? O Marcelo que achou quando estávamos no cinema. Eu não teria reconhecido nunca. E quem atentou para o fato de Brühl estar no elenco foi ele e foi isso que me deu um up a mais no ânimo pra assistir ao filme. Muito mais que o Tarantino em si ou o próprio Brad Pitt.



E é isso.

domingo, 18 de outubro de 2009

Correndo atrás

Eu tive uma professora de português, se não me engano, foi da faculdade e eu não gostava muito dela. Ela dizia que era clichê usar o termo "correr atrás do prejuízo". O motivo era que, literalmente, quem corria atrás estaria exatamente fazendo isso... correndo atrás, em segundo, por últiom, sem alcançar ou atingir o objetivo. E ninguém gostaria de "atingir" o prejuízo.

Não sei porque isso me marcou, mas marcou. Desde então acho que nunca mais escrevi ou falei a expressão. Até agora. Rararara. É que estou fazendo meu tcc, e um dos livros da bibliografia fala justamente sobre isso. A situação da mídia e do jornalismo, da falta de democratização dos meios e dos problemas que circundam um mercado um pouco mais estável.

Daí que eu tava pensando. Existe aquela expressão do "nunca é tarde demais". Lendo o livro e percebendo as raízes de alguns problemas apontados, como a demora pra se construiur aqui uma vida política participativa, a demora para acabar com a escravidão, a demora pra se industrializar, comecei a chegar a pensar que no caso do Brasil FOI tudo tarde demais.

Vai ver por isso também existe aquela outra máxima, a do "nunca diga nunca". Aí sei lá. Estou cético e sem muita esperança em relação a melhoras disso tudo num futuro próximo. Os problemas estão muito enraizados enquanto as soluções não passam de pequenas pás, e elas não dão conta de cavar tão fundo. Cuenda, por exemplo. Tava naquela tevezinha do metrô que a Sabesp anunciou um bilhão de dólares pra despoluir o rio Tietê.

Aí o Marcelo pegou e falou: "Nossa, puta dinheiro jogado fora. A gente não vai conseguir despoluir o Tietê". Aí eu respondi: "Imagina. Se a Coreia conseguiu despoluir o Tietê deles a gente também.... é não vamos conseguir". Pessimista? Não, inconformado. Quando digo que a solução é uma pá, é porque acredito muito que trata-se de um problema de todos. E qualquer esforço no sentido de querer que melhore não passa de um puta trabalho de formiguinha. E sem muito retorno. Por exemplo. O que adianta eu, William Magalhães, não jogar lixo na rua pra ajudar na recuperação do Tietê? Meu poder de alcance e convencimento para que os mais próximos não joguem lixo no chão é bastante limitado. Ainda assim, continuo, como dá, tentando "educar" quem eu conheço.

Enfim, daí tem a questão econômica, né? Quem sou eu pra modificar os rumos da ecônomia? Não sei se o livro é de esquerda demais, mas sei que ele fala sobre a imprensa brasileira não ser tão estabelecida e depender de verba estatal pra se manter. Aí aponta a industrialização tardia do país e a babação de ovo pro capital estrangeiro como causa disso. Tipo tudo isso levou a um mercado interno fraco. Vide quanto baixa do dólar é ruim pra econômia porque prejudica as exportações, blah blah blah bullsihte.

Também tem a questão do pré-sal. Não que não seja importante investir nisso. Petróleo e coisa e tal. Mas investir tudo isso em um recurso não renovável, responsável por aquecimento global e milhares de coisas que já estamos sentindo na pele hoje pode ser bem uma sentença de morte. Um tiro no pé. Não vi até agora nenhum anúncio de 5 bilhões em energia eólica, em reciclagem, ou C&T pra descobrir um plástico "ecologicamente correto", por exemplo.

Não vou nem entrar nesse texto em outro campo que me diz muito respeito, que são as questões dos direitos gays. Porque se não, esquece. Em todo caso, o que queria deixar claro é que a sensação neste momento é que estamos correndo atrás do prejuízo. E a má notícia, é que acho que vamos alcançá-lo. Um prejuízo enorme, tremendo. Se é que já não o alcançamos.

E é isso.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A pior coisa que eu acho de ser homem é ter que fazer a barba. Já faz mais de uma semana que não faço ela. Uma preguiça mortal, um relaxo. Já estou quase um comunista.

Também, alguém me explica por que é que a Bozzano foi colocar na Sé aquele anuncio gigante do Ronaldo - brilha muito no Corinthians - fazendo propaganda dos novos aparelhos de barbear, hein?

Vamos lá. Um dos barbeadores expostos é um tal de Magnum M5. São 5 lâminas e uma para finalização. 5 lâminas. Eu to esperando isso pra jogar meu Mach 3 no lixo. Alôca. Mas é sério. Odeio ter barba. Gosto só do cavanhaque. E, como sou um cara bem informado, sei que em outros países deste mundo desta vida (veever a veeda) existe um Mach 4. Sim 4 lâminas. Melhor que 3, certo?

Pois bem. Nunca foi lançado isso por aqui. Deve ser porque pensam que, sei lá, todo mundo aqui é índio e não tem pelo. Vai saber. Gosto de pelos em muitas partes do corpo. Menos no rosto. É um inferno fazer barba.

Daí que é mais que oportuno alguém lançar um barbeador ainda mais foda que o Mach 3 e que não seja apenas variações mais caras, mas sem grandes efeitos, do mesmo produto, como a Gillete vem fazendo, diga-se. Enfim. Esse M5 veio bem a calhar, mas o problema agora é encontrá-lo, néam?

Porque tipo assim, teve um dia que o Marcelo e eu estávamos andando na Paulista e de repente uma mulher parou a gente. Começou a fazer perguntas e decidiu que o Marcelo era pobre demais para participar da enquete dela. Tinha que ser com o público A.

O que isso tem a ver com fazer a barba e a Bozzano? Tudo oras! A enquete tinha uma pergunta sobre futebol. Tipo se o Marcelo fosse um cara rico e quiçá heterossexual se o fato de ter um jogador de futebol na propaganda o motivaria a consumir aquele produto. Aí pensando bem, foi até bom não ter respondido a pesquisa, porque gente, quem é que assiste futebol hoje em dia? Rarara

Mas sério. Quem se guia por Ronaldo como motivador de consumo? Além de não assumir que pega travesti e cuenda padê ainda manda matar a Andreia Albertini. E aí vem todo mundo limpar a imagem do cara como se fosse uma bundinha de nenê. Rararara. Faz-me rir.

Enfim, a questão disso tudo é que a pessoa que está atrás da Bozzano não deve ter lá muita noção de, sei lá, beleza masculina e consumo, né? Gente, o cachê do Ronaldo é caro. Por que pagar a ele e não investir o dinheiro na distribuição do produto, hein? Com esse dinheiro eu faria uma campanha foda com o Jesus Luz, que geraria muito mais mídia espontânea e ainda se pá sobrava uma grana. Afinal, quem é Madonna e quem é Ronaldo na buatchy?

Pronto. Depois dessas ótimas ideias e da demonstração de perfil arrojado que eu tenho a Bozzano e/ou a Hypermarcas já podem me contratar. Meu e-mail está aí do lado. Embaixo do perfil.

E é isso.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Queria fazer um post fodão, mas vai só um registro. O adiantado da hora não permite que eu desenvolva algo muito bem elaborado, assim como o sono que eu sinto. Gostei do meu fim de semana e feriado. Gostei de ter ido a praia. Deu pra chegar a algumas conclusões e me deu uma motivada.

Vi um pôr do sol pra chamar de meu. Continuo lendo horóscopo. Hoje recebi uma boa notícia. Continuo no caminho certo. Ou pelo menos eu estava no caminho certo até me tirarem dele. Agora estou indefinido, esperando outras coisa que, tenho fé, virão. Porque ó, juro eu tô me virando. E estou empenhado.

Viver a Vida está legal, mas tenho que me desapegar da novela. A menina Rafaela manda bem e os reaças que leem a Folha querem que ela não seja a vilã. A Luciana está mara. No Twitter o pessoal gonga assim as coisas, mas acho que vale a pena. Só sinto não dar pra assistir tanto Cama de Gato. Preciso me puxar de fato e me mexer pra ver mais essa novela.

Descolados, a série, por exemplo, vi no sábado a noite e gostei do desfecho, mas achei o final assim sem graça. Nem uma reaçãozinha? Nada? Vai ver é assim mesmo Preciso mandar um e-mail pra minha professora e saber o que ela tem a dizer sobre o TCC. E aí dar continuidade nessa vida.

Por enquanto é so. Amanhã tem mais.

Beijos com perfil

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Hoje levantei um cu. Sério. Acordei azedo, mau humorado. Sem saco para ler, para pensar. Não fui o único a levantar mal. Marcelo levantou pior, com enxaqueca. Nem foi trabalhar hoje, tadinho. Fui ler o horóscopo, procurar nos astros uma resposta para isso e... nada.

Aí contrariando a Folha, o JT e o Globo - hahaha, o paranóico - que diziam que hoje era um bom dia para estudar, vim pra casa e abortei mais um dia de leitura e fichamento. Não que hoje eu não tenha estudado. Ao menos indiretamente estudei. Dei uma analisada em alguns cursos no Senac, pra decidir o que fazer na vida no futuro.

Eu sei. Sofro da ansiedade de estar no meio, quase no fim, do semestre e ainda faltar bastante pra terminar o TCC - a orientação, por exemplo, é algo que falta. Hahaha. E essa indefinição, falta de perspectiva e dificuldade em concretizar um plano me faz mal. Porque falta dinheiro também e isso é motivo de agonia e falta tesão. E sem tesão não há solução já dizia Roberto Freire.

Cheguei em casa e assisti ao finalzinho de Viver a Vida. Sei lá, este é um momento em que até a novela é estudo. Porque por causa do Aguinaldo Silva resolvi me interessar pela arte de escrever roteiros. E aí fico vendo as cenas e tentando visualizar todas aquelas falas em forma de textos, no papel. E nesse sentido, gostei do primeiro capítulo de Cama de Gato, que eu vi pela internet. E quero estudar isso. E já me sinto um roteirista.

Depois assisti Furo. E lembrei da coluna da Cora Ronai de hoje. Se o William Bonner no Twitter não parece com o William Bonner do Jornal Nacional ele só pode se parecer com o... Bento Ribeiro. Sendo assim, a Fátima Bernardes é a Dani Calabresa e tá tudo em casa. Tirando o Adnet. Hahaha Nossa, essa foi tão boa. Digna de um stand up comedy.

Agora, assistindo Quinta Categoria. Mas daqui a pouco ponho na Globo pra ver Aline. Não que eu não goste de A Grande Família, o roteiro deles é muito bom, mas é que acho os meninos dos Barbixas bem bonitos. E aí tem uma coisa meio gay em mim que me faz optar por vê-los. Pelo menos agora, meu humor melhorou.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A lotação foi assim. Eu entrei e fiquei de pé. Porque já estava bem cheia. E tinha um filho da puta com uma malona imensa, sentado perto da porta. Cretino. Assim que ela começou a andar, uma criança começou a chorar. E ontem de manhã ainda estava calor. E aí eu vi como é triste a vida de quem usa transporte público cheio. Me considero um sortudo de poder escapar dos horários fudidos.

Mas tudo bem. Nem era isso que eu ia falar. Eu preciso fazer uma confissão. Tive uma recaída. Foi ontem, antes de sair de casa. Fazia algo entre um e dois meses que eu tinha parado de tomar refrigerante. E parecia que fazia anos. Eu sonhei umas três vezes na semana passada que me "obrigavam" a tomar refrigerante. Aí no sonho eu tomava e acordava pedindo desculpas pra mim mesmo.

Aí essa semana eu li a revista da Folha de antes da lei antifumo. E tinha um relato da Tainá Müller, que parou de fumar. Se ela, que tinha parado de fumar há uns 7 meses, na época, teve poucas recaídas - deu uns tragos e se arrependeu - porque eu não poderia tomar um gole daquela coca-cola gelada, suada que, naquela hora, parecia tentadora?

Aí eu não sei, só sei que foi assim. Coloquei uns três dedos de coca no copo e bebi. #Fail. Um #Fail enorme nessa vida. Talvez porque ela estivesse há alguns dias na geladeira, ou porque eu me desacostumei. Não gostei do gosto. Não gostei da Coca. Parei ali mesmo. E chegou. E deu. Aí ontem encontrei a Tati, amiga do meu irmão, para quem eu falei que ele saiu com outra e por causa disso ele me odeia.

E a Tati está há 8 anos sem tomar refri. E a Diana não toma há tempos também. E eu vou reiniciar a contagem. Eu acho.

E é isso

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Engraçado querer tanto que a semana acabe, como se os problemas fossem se acabar com ela. Na verdade eles vão só se arrastando. Mesmo que o final de semana seja para isso. Dar um refresco, uma pausa, uma trégua dos relacionamentos humanos que não mais aguentamos. O climão permanece.

Hoje fui na podóloga. Passei com a Lilian. Foi como uma volta às origens. Um recomeço. Há quase dois meses que minhas unhas não encravam mais e isso é motivo pra comemorar. Foi assim: antes eu passava com o Diógenes. Mas aí, saindo cada vez mais tarde do trabalho, mudei. Passei a cortar sempre com a Lilian, porque era mais cedo, de manhã, antes de ir pro trampo.

Até que um belo dia ela saiu de lá. O Fernando vendeu a franquia pra investir no setor de alimentos. E aí ela continuou atendendo por conta, na casa dela. Então passei a ser atendido pela Edna. Logo no começo a Edna foi foda e fofa. Me deu até o telefone da Lilian. Cortou tudo direitinho e depois de um bom tempo conseguimos parar com as infecções. Há um mês, Edna saiu e eu passei com a dona lá que tremia.

Então, na sexta liguei para a Lilian e, ta dá, ela tinha data para hoje. Me atendeu. Me deu um alívio. Me livrei de pelo menos uma agonia nessa vida. Agora tem as outras.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Viver a vida nunca é demais. E postar sem muito bom humor não é legal. Então, pra compensar a ausência e como lembrar é viver, vamos às minhas mais recentes descobertas.

- Vocês sabiam que "Cama de gato", que estreia hoje, era pra se chamar "Pelo avesso"?. Patrícia Kogut de julho something. Mas aí a Globo conseguiu comprar calhordamente o nome do filme lá, que tem o Caio Blat.

- E "Paraíso", que acabou na sexta passada, e deu 30 pontos no ibope, diga-se, era pra ter acabado uma semana antes. Mas acabou sendo esticada.

- Que "Norma" concorreria com "A Fazenda 2", todos lembram, né?

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Se o "Anônimo" que comentou voltar, o que acho improvável eu falaria pra ele ler esse twitter daqui e esse site. Tem todas as piadas do Zé Mayer do mundo.

Bom, mas como eu dizia. Da minha situação financeira. Eu estou tão em contensão de gastos que está foda. Nem livros por R$9,90 que vendem na Nobel dá pra comprar. E justo neste momento que tem um monte de coisa bacana acontecendo no mundo literário. Um monte de lançamentos cools.

E até não lançamentos. Livros velhos que a gente vai tropeçando por acaso nessa vida também. E eu sou um cara influenciável. Outro dia o "O Globo" fez uma matéria foda cobrindo a Bienal. Entrevistou a Meg Cabot e a Talita Rebouças. Duas escritoras que escrevem para o público teen feminino. E gente, eu sou uma bichinha, querendo ou não. Claro que eu fiquei a fim de ler O Diário da Princesa e os livros da Talita.

Hoje de manhã a Ana Maria mostrou uma história foda. Dois acidentes de avião na mesma família separados por um intervalo de 40 anos. O primeiro acidente foi foda. O avião caiu e os dois tripulantes sobreviveram. Mas estavam perdidos no meio do mato e só foram encontrados depois de mortos.

Um deles fez anotações dos dias em que esperavam por ajuda. O relato virou um livro chamado Diário da Morte. Este viveu 40 dias a mais que o outro e narrou a morte do cunhado que não aguentou de sede e bebeu gasolina. Mano, GA-SO-LI-NA. O livro parece que já tem duas edições esgotadas e no Estante Virtual o mais barato custa R$53. Taqueo.

E hoje eu fui lá na Livraria Cultura, e na Fnac, procurar o presente do Marcelo. A gente vai fazer um ano de namoro no sábado. #medo. Daí que na Cultura eu vi um dos mais recentes desejos de consumo amém. O livro Maurício de Sousa por 50 artistas. Tem histórias da Turma da Mônica por todos os quadrinistas do mundo do Brasil - exceto o Adão Iturrusgarai, o que foi uma gafe, porque ia ser engraçado a Aline de babá da Mônica ou dando umas dicas bafos pra Pipa ou ficando com o Rolo ou roubando um namorado da Tina.

Daí que pra evitar a tentação literária - pelo menos até a feira de livro da Usp - eu estou pensando em parar de ler diminuir a leitura de jornais, revistas e sites. Porque quem não lê nunca tem vontade de comprar livro, só roupas. E por falar em roupas vai ter Mercado Mundo Mix no sábado e no domingo e aí eu estava pensando que não vende livros nesse evento. Nem da Conrad, que são mais "pops". E agora a Cia das Letras está com um selo de quadrinhos, o que acho que poderia render algo frutífero e rentável se pá.

Mas tipo, voltando à "maldita" influência da leitura. Por exemplo, eu estava lendo o Cinemmarte, o blog da Jana sobre cinema. Ela está cobrindo o Festival do Rio e arrasando. Tem feito reportagens e críticas fodidas que não deixam nada a dever a cobertura dos jornalões. E seus textos são tão deliciosos que dá vontade de ver os filmes. Daí que ela falou de "O segredo dos seus olhos" e eu fiquei com vontade de ler o livro que originou o filme. Isso porque eu nem conhecia o diretor, mas vi que ele dirigiu "O Filho da Noiva" e eu vi uns trechos desse filme em alguma ocasião que agora eu não lembro qual.

Quer mais um exemplo? Acabei de ler o livro "Relicário" de Felipe Greco, que escrevia contos eróticos na G e agora descobri que ele tem toda uma obra anterior já escrita. E os contos dele são tão bons e eu fiquei tão excitado lendo o livro no metrô que fiquei com vontade de ler mais coisas dele.

E tem os autores fetiches e curiosidades forever nessa vida, tipo o Nick Hornby, o Capote, o Erico Veríssimo, o João Silvério Trevisan, o Aguinaldo Silva, o William Gibbons e pra não dizer que não falei das flores, a Cassandra Rios. E por falar nisso o "Rei do Cheiro", do Trevisan, ganhou uma pequena resenha no guia de livros e música da Folha, publicado na última sexta. E ficou muito legal. Mas é um espaço tão mini pra um escritor tão bom, que dá até desgosto.

E tipo é isso. Sei que não dá pra reclamar porque pelo menos comprei as revistas e gibis que eu estava querendo. E gente, que fofa pra sempre a Magali jovem. Muito. Fiquei até tocado, emocionado com a fala dela sobre amizade para o Cebolinha.

E puta que pariu outubro, que já é outubro, vai ser foda. Luluzinha Teen e Turma da Mônica Jovem iniciam novas sagas. É a primeira vez que acontece isso, se não me engano. Aliás é claro que esse papo de parar de ler ou diminuir a leitura é mera babaquice da minha parte uma vez que descobri que eu preciso muito de ficção pra ser feliz.

E é isso.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Ainda bem que setembro já acabou, né? Que venha outubro logo e que venha Aline e Norma e Ó Paí Ó e Amor & Sexo, que eu ainda não assisti. #fail

Aliás, impressionante como o Twitter mudou nossa forma de ver o mundo e ver a tv aberta e até influencia a nossa escrita e vida e bla bla bla bullshit.

Mas então, tem outra. Eu preciso receber e logo, porque tenho que comprar a Trip. E a TPM. E a Piauí. E a Turma da Mônica Jovem. E a Luluzinha Teen. E depois de todas essas referências pops vai ter tudo de novo no mês que vem. Um infortúnio. Um desensofrimento.

Eu queria não me importar com as coisas, mas fazer o que, se é assim que eu sinto? Ontem eu tava pensando sobre projetos e acabei não indo brincar de internet. Tá, até vi um blog ou outro, mas preferi me focar e escrever um artigo que estava na cabeça há umas semanas. E como esse existem vários outros que estão aqui, me pertubando a paz.

Daí que só pra fazer diferente, ontem que consegui chegar cedo, fui logo assistir Viver a Vida, que eu não tinha assistido ainda. Então vamos lá às impressões que eu tive enquanto via essa obra primorosa de Manoel Carlos.

1 - A Thaís Araújo é uma péssima Helena. Só não sei se como protagonista é pior que a Marjorie Estiano.
2 - A Aline Moraes arrasou pra sempre naquela cena em que ela brigava com o Mateus Solano. Foi o que agitou a novela ontem
3 - Até agora a novela está muito parada. Precisa de uma Flora nessa trama e umas coisas de comicidade pra alavancar a história e fazer a trama ser assunto, piada interna e virar webhit
4 - Depois de Rute e Raquel e Paula e Thais faltavam gêmeos homens nas novelas. Esqueçam, é claro, O Clone. Isso não conta. Boa pedida essa a do Jorge e do Miguel. Apesar de achar esse negócio de gêmeo bom x gêmeo mau um clichê, acho que é algo que ainda funciona e não foi totalmente desgastado. Dá pra explorar mais isso, com o Jorge sendo mais filho da puta. E o Miguel não precisa ser bonzinho. Ele pode ser só fofo. É diferente. Do contrário vai ficar parecendo a pataquada do Carmo Dalla Vechia sendo o herói Zé Bob. #cafonalha #fail
5 - Não tem como não assistir a novela ver o Zé Mayer e não lembrar das piadinhas que fazem dele no Twitter. Parece que algumas cenas o Maneco escreve de propósito só pro povo gongar.

Ai ai, xô parar que eu já estou me sentindo a Patrícia Kogut.
Bom, por enquanto é isso Brasil.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O mais provável é que eu acabe tendo uma overdose de informação e entre em colapso por superaquecimento da caixa craniana e do compartimento cerebral. Hoje em dia, ser internet addicted dá nisso. Os projetos nada. A gaveta tudo.

Eu disse aqui que o meu problema é a ânsia. E eu anseio por querer tudo pronto, realizado. Azar nessa vida é nascer capricorniano e não gozar de toda liberdade, ou ócio criativo, ou vá lá, grana que gostaria ou poderia pra fazer tudo aquilo que se tem vontade.

No almoço o Marcelo disse que quer tomar umas atidades, dar outros passos em relação a vida, mas parece que está cada vez mais fácil caminhar. Eu entendo ele. Sei bem o que é isso. Os shows do Dance of Days me fizeram pensar bastante neste fim de semana. De repente a música é a metáfora perfeita pros problemas pessoais, profissionais e sentimentais, ou tudo isso junto.

E aí, como é foda conviver em sociedade faço da literatura o meu refúgio. Sério, já está tudo ali, escrito há anos, ou sendo escrito agora, ou escoando pelos ralos dessa vida. Todo o conforto que precisamos estão num livro de contos do Caio Fernando Abreu, daqueles que acalentam e dão respostas pra uma angústia fudida que te faz se sentir desconectado, distante, como se estivesse exilado de sua própria vida.

Eu queria estar bem offline agora...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sistematizando

Estou tentando pensar - e agir - sistematicamente. Mais do que já penso - e ajo. Sério. De repente me dei conta que esta é a única forma de fazer deslanchar algumas coisas como, por exemplo, o TCC encantado. Ah, e a lista de livros.

Então eu faço assim. Esquematizo tudo. Porque agora eu peguei uma mania igual a da Soninha: juntar jornais e revistas velhos e ler depois. Não sei o motivo, mas os jornais de ontem, pelo menos pra mim, tem sido mais interessantes que os de hoje. Acho que pode ser overdose de internet isso. A internet é tudo muito aqui, tudo muito agora.

Cuendem então o esquema. É assim. De manhã eu lerei livros. No caminho para o serviço tenho a sorte de pegar ônibus e metrô relativamente vazios. Então é sussa. Claro que com isso eu acabo me tornando uma pessoa mal acostumada. O Marcelo por exemplo pega tudo cheio. Até que morar em Guarulhos tem suas vantagens...

De noite eu leio jornais e revistas. As Ilustradas, os Segundos Cadernos, as Revistas d'O Globo e da Folha, os Folhateens, os Megazines, as Revistas da TV d'o Globo e eventualmente um Cotidiano e um Brasil. Neste momento ando lendo o que sobrou de maio/junho. Julho e agosto não teem muita coisa. É mais setembro. As revistas mensais estão com a leitura em dia, embora vá atrasar devido a falta de dinheiro pra comprar as desse mês. Agora só quando eu receber.

O TCC, por enquanto, estou fazendo às terças. Quer dizer, hoje ainda não comecei, mas só vou postar isso aqui e começo. Nesse dia vou sair mais cedo do trampo. Chego aqui e fico fichando tudo o que vou precisar.

Às 20h, quando liberarem o laboratório de informática da Uninove eu venho e digito alucinadamente e saio às 22h. Se ocorrer de ficar até mais tarde, quando o laboratório fechar, às 22h45, eu leio mais enquanto espero desentupir as catracas da estação São Joaquim.

Talvez eu ainda precise de mais uns dois dias por semana (.blogspot.com, é o blog do Thi...) pra deslanchar o TCC encantado e, se pá, alguns finais de semana.

Por falar em fim de semana... este último foi um babado só. No domingo. Além de fazer o trabalho fui ao teatro - assisti Romeu & Romeu, que é uma boa peça :). Depois comi e briguei com o Mah e depois fomos pro S... (não vou mais divulgar nome de motel aqui, porque o Savoy traiu a gente!) onde fizemos as pazes quando estava quase amanhecendo. :o

Pelo menos a semana começou bem, embora modorrenta, chuvosa, cinza e com aquela sensação de não querer levantar da cama. Final de semana que vem vai rolar a Maratona do Dance of Days no Hangar e eu vou. Acho que o Mah vai um dia comigo. Já baixei A Dança das Estações, que eu não tinha ouvido ainda... Aí aproveitei que a Uninove colaborou com meus downloads e baixei também o "2º Ato", do Teatro Mágico. Outro que eu não ouvi...

Hoje descobri que Stereophonics vai lançar CD novo em novembro. O que é uma boa notícia. Colocaram ontem música nova no You Tube... Agora só falta eles virem pra cá. O quanto antes. Se pá ainda rola de Iggy Pop tocar no Terra. Então seria incrível.

Bom, acho que já escrevi mais do que devia por aqui.

Mas é isso.

Fui.

domingo, 20 de setembro de 2009

Ui. Tava brincando de fazer o TCC. Tudo bem que tem pausas constantes e às vezes até mais longa do que eu gostaria nessa brincadeira. Mas o que eu queria falar agora é que estava dando uma olhada nas imagens do Lampião, que eu fotografei quando fui pra Curitiba no ano passado.

Eu tava tentando encontrar o editorial Saindo do Gueto, do número zero deles. Achei coisas incríveis como duas análises da notícia da morte do Harvey Milk. Uma feita por João Silvério Trevisan, e a outra por ele e pelo James Green. Achei também um conto bacana, uma entrevista do Ney que eu nem lembrava que tinha e uma da Marta. Ainda vou ter que organizar os arquivos, mas já catei algumas coisas.

Vou dar uma mudada na monografia e ao invés de analisar o Lampião unica e exclusivamente - analisar o que eu não sabia e era isso que me matava - vou compará-lo com a Junior, a única remanescente das revistas gays. Então sei lá, acho que devo enveredar pela mudança dos discursos e apontar também as semelhanças entre os dois veículos. E é isso.

Como dá para perceber, acabei voltando para casa. Como não dá, acabei nem indo pro show. Quer dizer, ir eu fui. Mas não entrei. Tinha uma fila desafortunada lá. Eu devia ter comprado ingresso antecipado. Bicha burra.

Mas foi bom, acabei indo pro Tollocos com a Camiii e o Burns. Aí depois chegou o Alexandre e a nova namorada. Depois chegou a velha namorada e as meninas do Aprígio e Melca. Aí rolou uma cena "Pedro, devolve meu chip". E isso foi muito desagradável e desequilibrado.

Agora eu vou assistir a um capítulo de Queer as Folk e depois dormir. Bom é isso. Boa noite. Sobem os créditos.

sábado, 19 de setembro de 2009

Feiras merecem estudos científicos antropológicos e antropofágicos. Sério. Merecem muito. Amo ir à feira. Tudo bem que nesta atual temporada, pós-cirurgia da minha vó, é minha mãe quem tem sido minha companheira de aventuras.

E o gostoso é que eu conheço quase todos os feirantes. Já sei as melhores barracas pra comprar as melhores frutas e claro, o melhor pastel. Daí que era sobre isso que eu ia falar. O melhor pastel. Essa semana, com o bafo da banana ser vendida a quilo, como o pão francês, a Ana Maria Braga exibiu uma reportagem sobre o assunto.

O Fabrício Bataglini, entrevistou o cara lá do Ipem. Na Piauí do mês passado tinha uma matéria sobre o caso também, com um perfilzinho dele também. Daí que na matéria o Fabrício comentou de um concurso que a prefeitura de São Paulo está fazendo: uma votação do melhor pastel da cidade.

Na hora em que vi isso eu super pensei na barraca de pastel da Claudia e da Dona Alice. Elas merecem muito ganhar. É o melhor pastel evers que eu já comi. Não que aquele da Penha, do lado do Shopping, não seja bom, mas o da Claudia é bem melhor. Daí que hoje lá na feira descobri que a barraca está concorrendo. Recebi as cédulas pra votação e semana que vem vou votar.

A Dona Alice é uma senhora japonesa fofa e tem dois filhos. A Claudia e o Rogério. E as pessoas que trabalham na barraca são sempre bem divertidas e bem humoradas. O pastel deles é o mais caro da feira. Custa R$2,50. Mais que o preço do ônibus. Mas vale cada centavo.

Por lá, a barraca da banana ainda não se adaptou à nova lei. As bananas eram vendidas por dúzia. O cara do ovo sacaneou. "Nunca vi isso", brincava. O "bananeiro" respondia bem: "o ovo é o próximo. Já tem projeto de lei". Se este post fosse uma tuitada eu escrevia que #rialto.

Fui na Galeria do Rock na parte da tarde, depois de o Marcelo fazer o favor de ter me acordado. Abriu um sol e fez calor na feira, o que baixou a minha pressão e me deu moleza, além de um sono monsto. Depois que ele me ligou não consegui mais dormir. Daí dei um pulo no Shopping Penha.

Descobri que está rolando uma feira de livros da Nobel lá. Vai até... amanhã. Pior que os descontos nem estão assim tão bons. Não que eu "precise" de mais livros. Já tenho livros pra uns dois, três anos. Mas é que tem títulos tão bons, de autores tão bons e outros que me despertam a curiosidade, que o jeito vai ser economizar e esperar a feira da Usp em novembro.

No caminho acabei tomando uma decisão importante. Não vou mais ver Claudia Leitte semana que vem. Resolvi guardar a grana e eu teria que usar abadá. Um coisa que eu acho bastante cafona. Então liguei pra minha vó e já marquei de passearmos de manhã. Vamos numa feira de coisas japonês em alguma cidade perto aqui do interior.

Lá na Galeria acabei comprando ingressos pros dois dias de shows do Dance. Vai ser bom. Músicas de todos os cds. Maratona. A última vez que fui num desses, eles tocaram quatro cds seguidos e foi bom pra caralho, embora exaustivo. Ter divido as apresentaçõe e até ordem de execuções foi uma decisão madura.

Agora, neste momento, deve estar começando o show do Sugar Kane no Hangar. E eu estou bem pensando de ir... Marcelo também me convidou para ir na casa dele... Mas não sei, sinto que quero, devo, "respirar"...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Em Guarulhos



Porque Via Funchal de cu é rola!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Tudo por conta dos anúncios Google troquei minha senha das contas Google. Ou seja, na hora em que vou entrar aqui ou no orkut, digito sempre a versão anterior, com apenas seis digitos. Aí paro, penso e respiro. A nova tem oito digitos. Pra quê? O negócio nem deu certo mesmo.

O pior é que embora eu tenha aberto o guia da Folha, meu final de semana foi bem diferente do que imaginei que seria. Eram 5h49 da manhã de sábado quando meu irmão me ligou da porta de casa. Estava voltando da festa na casa de um amigo e esqueceu a chave de casa lá. Nada mais propício do que me ligar para que eu abrisse o portão e a porta para ele.

Depois, 07h21, foi a vez de eu atender uma ligação da Paula. Ela tem a mesma mania da Diana, da Ioio e do Thiago. Mania de pobre. De achar que originar a ligação sai mais barato do que atender uma chamada a cobrar. Então quando começa a voz da máquina, dizendo que a ligação é a cobrar esses infelizes desligam o telefone para que eu retorne a ligação. Isso me deixa profundamente irritado.

Mas enfim. Ela queria que eu fosse à sua casa, depois de ir na feira com minha vó. Daí eu fui. Assistimos Troca de Família e depois Up, e depois A Proposta e depois o último capítulo de Caminho das Índias. E justo eu né, que nem gosto de animação, comédia romântica e novela. Rá.

Up é fofo. E não é um filme infantil. É um filme lindo. E os primeiros minutos são muito crueis. A relação do Carl e da Ellie é tão tão, que você passa a querer ficar velhinho com o amor da sua vida. Mesmo que esse ficar velhinho seja metáfora de ser eterno enquanto dure uma relação.

E A Proposta, que no começo imita um pouco O Diabo Veste Prada, mas a Sanda Bullock é uma "Miranda" bem mais fofa. E é lindo como eles vão se apaixonando. E a musiquinha pra marcar os momentos. E de como é bom gostar de uma pessoa.

Sobre a novela, eu prefiro não comentar. Passei o domingo vendo a primeira temporada de The L Word. E um capítulo de Queer as Folk. E um de Xena. E o foda é aprender sobre sentimentos e relacionamentos com filmes e seriados da cultura pop e com dramas pouco convincentes de personagens mal amarrados.

To sentindo como se estivesse cometendo um erro terrível e como se nos próximos dias fosse se concretizar os ditados "quem tudo quer nada tem", "melhor um pássaro na mão do que dois voando". E aí com isso eu me fodo. Mas prefiro não dizer mais nada. A vida tem se tornado tão óbvia e previsível ultimamente que eu estou até com medo.

Depois do post em que eu falava que só faltava perder o emprego ou alguém morrer... Bem, não dá para chamar isso exatamente de "perder o emprego", ao menos por enquanto (Rá), mas foi um pouquinho o que aconteceu.

Então, melhor parar por enquanto, do que "chorar diante do leite derramado"...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A Camiii disse ontem que o pai dela disse que sem expectativa não há decepção. Eu concordo. Aprendi isso com a Adelita. Lá no Aprígio nos bons tempos do ensino médio. Acontece que não dá para viver sem ânsia nessa vida. Não tem como não querer. Meu problema é o anseio.

Daí que ontem a noite foi pegar o metrô e minha sorte começar a mudar. Trem novo. O segundo ou o quarto. Não lembro agora. Quando cheguei em casa (decidido) ainda dei a sorte de ter janta em casa, assistir Furo MTV e um pouco de Quinta Categoria. Sem briga pela televisão.

Eu estava tão aleatório, que mesmo sabendo que era quinta eu tinha esquecido do programa. Mas só vi um pouco. João Silvério Trevisan e Reinaldo Moraes estavam na TV Cultura ontem. Não tinha como não assistir.

Rei do Cheiro e Pornopopéia foram AS leituras de 2009. Se não são parecidos, eu diria que ambos os romances são bastante próximos, principalmente em termos de... anseio. Rá. Feliz ideia juntá-los. Embora o entrevistador fosse chato. Intelectualóide. Tudo muito quietinho, certinho, engomadinho, sério.

Mas voltando a vaca fria. Como eu diria, as coisas começaram a esquentar e fui tomado de um novo ânimo, que veio, feliz ou infelizmente, acompanhado de uma certa indeferença e uma provável futura distância. Não é o mais certo, mas é o melhor que posso para fazer para atender ao pedido que me foi feito: desencanar.

Até a Barbara Abramo me veio com essa ontem. E hoje foi assim: "Ok, você venceu. Agora trate de digerir tudo isso, incorporando no cotidiano cada ideia pela qual batalhou. Suas crenças precisam ser submetidas à prova dos noves, que é a da prática diária. Esse é o sentido básico da minguante lunar de hoje e vale por sete dias. Amor em baixa".

Pior que isso só as "sorte de hoje" desses dias do orkut. "Para ser amado seja amável", "Os dias são longos, mas os anos são curtos" e "Agora é a hora de tentar algo novo". E eu concordo embora ache que sou uma pessoa amável e nem sou tão egoísta assim, viu, Diana?

E acho que vou mesmo fazer isso tudo. Sabe, hoje li até o Arthur Dapieve, que eu não gosto muito. O texto começava bem. "Toda crise deixa um rastro de ensinamentos". É vero. Tenho aprendido muitas coisas nos últimos dias com a crise. E cheguei à conclusão de que preciso me dar umas possibilidades.

Hoje, como há muito tempo não fazia, abri o Guia da Folha e dei uma olhada na programação cultural da cidade. Bastante coisa a ser feita. Filmes e peças que ainda não assisti ainda estão em cartaz. Dá tempo de reparar danos e estragos e, hahaha, correr atrás do prejuízo.

E é isso.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

E esta vida que deu pra brincar comigo agora e só me prega peças, hein? É azar demais. Prejuizo financeiro, emocional. Falta só eu ficar desempregado ou alguém que eu gosto muito morrer, assim, do nada...

Oi! Já pode parar! Está começando a perder a graça!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Uma semana sem postar. Foi tudo muito corrido. Arrumar as malas e viajar e passar o dia na estrada. E já chegar chegando, trabalhando. Foi uma viagem catártica. A UFMG é bem estranha e grande. Muito grande. Deve ser um pouco menor que a Usp e ainda assim é muito grande.

Tudo fica longe. Muito longe. Entendi agora o que há por trás do conceito do "logo ali" de mineiro e porque isso é piada no resto do país. É muita ironia. Um prédio era longe do outro. Sei que vou sentir falta é de comer no bandejão do restaurante universitário.

A comida era boa. Tinha sempre opções de vegetariano. E uma frutinha de sobremesa. E suco. Sem falar nas saladas. Incríveis. Tudo com muito molho. Pouca fritura. Acho que nunca comi tão balanceado nessa minha vida. O único problema foi a conexão.

Primeiro a falta de conexão com internet no alojamento do mineirinho, que inclusive não tinha televisão também pra ver uma novela que fosse. Problema resolvido com a net no prédio da Fafich. Ainda assim, tudo muito rápido. E como eu senti falta de estar conectado e de twittar e atualizar o blog. Queria e ainda quero mandar e-mails, ver umas bandas.

O Enuds até que foi sossegado. De boa. Algumas discussões interessantes, outras nem tanto. Bem organizado, eu diria. Deu pra fazer matérias legais. Eu acho. Só o que cansa é a previsibilidade dos fatos e a arrogância de algumas pessoas.

Porque é de extrema arrogância meter o bedelho naonde não se foi chamado. Mas meu cu. Já foi. No sábado. Faz tempo. Tá chorando ainda por quê? E outra. Não dá pra deixar de ser previsível? Passam as horas, os dias, os meses, os anos e nada muda. É tão disconectível isso.

Mas que se foda, também. Que assim seja. E eu vou levando enquanto dá. Meu lema agora é eu quero é mais. Meu cu é uma expressão gay que vem bem a calhar nessas horas. O ex-ex-ex-caso meio que tem uma vida hetero na cidade onde mora pra fazer faculdade. Daí ele disse que gostava do despojamento dos amigos gays. Ele disse que ia ao mercado. Eu respondi pra ele se jogar. Se fosse um hétero ele falou que eu teria dito até mais, ou até breve.

Enfim, que seja. Aí teve outro problema de conexão. Mas aí teve a ver com a vida amorosa, relacionamento, essas coisas. Veio mais uma crise, forte. E dessa vez as coisas ficaram claras. Tinha um probleminha que foi ficando de lado, suplantado por uma série de coisas que foram se sucedendo. E aí quando tudo parecia bem, não estava mais.

Então, talvez por termos achado que tudo estava perto do fim a verdade veio a tona. As verdades. Todas elas. As máscaras caindo ao longo do dia, a coragem vindo. A maquiagem borrada, para na noite sair de vez. O beijo. A decepção.

A Pitty disse há algumas semanas no Folhateen que traição é não saber das coisas que acontecem. E que se tiver que acontecer alguma coisa seria preferível ser cúmplice. Saber o que está acontecendo.

Talvez tenha algo de errado nessa vida quando é a Pitty que nos ensina a encarar as coisas. Mas acho que no fundo ela está certa. Ainda que falte mais um pouquinho de sinceridade no processo, agora vem a tentativa de superação. De tudo e de ambas as partes.

Processo lento, catártico. Mas não impossível, eu acho. Só não espero voltar pra UFMG tão cedo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Momentos de tensão

360 postagens. Uiuiui. Sabe, é dia de tcc e cansei um pouco de digitar o trabalho. Então vim pro blog refrescar a mente, hehehe. É a segunda vez que venho na faculdade e não consigo conversar com a professora. Semana passada ela não sabia que era minha orientadora. Hoje ela não veio. Aí estou fazendo tudo por conta. Esperando o laboratório abrir às 20h e digitando tudo imensamente.

Estabanado estou digitando o capítulo 2 primeiro. Que é a parte que eu mais manjo. Sobre sexualidade e um time-line do jornalismo gls, essas coisas. Fora que tem toda uma bibliografia com a qual fui me familiarizando durante all the primeiro semestre deste ano. Mas estou inseguro. Não sei se estou fazendo do jeito certo ou se estou perdendo meu tempo. Mandei um sms para o Mah, mas ele não pode me ajudar agora, digo, neste momento.

Então me resta o blog das lamentações aqui como companheiro de desaventuras. Por falar em e-mail, me senti um e.t. hoje um pouco mais cedo. Mandei e-mails pessoais. Há muito tempo eu não faço isso. Me senti um tiozinho. Eu devia fazer isso mais vezes. Escrever algo para alguém é tão bom. Fico pensando como era antes, com carta. Acho twitter tão sensacional.

Ontem, no msn, um ex-ex-ex-caso me fez umas revelações secretas. Me disse que na época encava quanto ao sexo. Não me daria. Isso porque eu também era passivo, eu acho. Disse que hoje daria, não que esteja com vontade de dar hoje em dia. O que, pelo fato de eu namorar e pelo fato de ele não querer, é uma pena. Hahaha Sinceridade é tudo nessa vida. Daí que ele falou que me achava "gostosão" e que, naquela época eu era seu "modelo de homem".

Por um lado me senti lisonjeado. Mas por outro eu quis esganar o modaefouquiu. Como assim falar uma coisa importante dessas depois de cinco anos? Como assim, Brasil? Alguém me explica? Cadê a ética, cadê a moral desse rapaz? Cinco anos. Too much time. Até pra mim, que sei esperar. Gente. Teria sido tudo tão mais fácil se ele tivesse falado logo o que queria e achava de mim, ao invés de ser tão filhadaputa como foi.

Olha, te infla o ego alguém falar que te achava gostosão depois de cinco anos, (mesmo que seja por MSN) mas também dá muita agonia pensar que saber disso antes evitaria muitas e muitas crises existenciais, que é o que me atormenta. Tive uma conversa séria com a minha avó, no sábado, antes de fazermos o bolo, e pensei um pouco nisso.

A podóloga nova foi um desastre. Era nova na empresa, então acho que está se sentindo pressionada a ter um bom desempenho. Normal, mas péssimo para alguém que tem que cuidar de alguém que teve problemas enormes com unha encrava por um bom tempo nessa vida.

Quando contei pro Marcelo o que aconteceu ele falou que daria um barraco. Pediria para ser atendido por outra podóloga. Logo imaginei que ele faria isso. Mas acho isso tão chato. Não consigo fazer dessas coisas. Sem querer, acabei sendo grosso com ela algumas vezes, mas não deixei que ela futucasse tanto meu pé como a Edna, ou a Lilian.

Enfim, foi engraçado, embora surreal, a seguinte "sena", hahaha. Ela pergunta para mim o que foi. "Você está tremendo!" "Ué, você nunca viu uma pessoa tremer?" "Já, mas não uma podóloga" (era de fato a primeira vez. Eu confesso que queria ter feito um drama, do tipo "Já, mas oi?, tipo não alguém que está com objetos cortantes, perfurantes", mas só consegui falar o que escrevi). "Mas eu também sou um ser humano", ela disse. "Estou te machucando?", perguntou. "Não ainda", concluí.

Gente, né por nada não. Mas tipo "sou um ser humano" foi a mais. Que tipo de pessoa usa isso em sua defesa? Tá. Eu uso. Às vezes, mas em outro contexto. Tipo pra defender as bichas que morrem e apanham e a gente noticia. Como por exemplo na frase "é bicha e também é um ser humano, merece viver. Ninguém tem que apanhar". Tudo bem, exemplo infeliz.

Ai ai. "Sou um ser humano..." Depois dessa eu vou procurar outra podóloga. Ou tentar rearranjar minha agenda (como se eu tivesse uma) e tentar uma aproximação com a Lílian. Foi engraçado ela lá. Dizendo que estava "tudo certo", que ia "dar tudo bem", pra tentar se acalmar mais que me deixar relaxado. Porque eu tava serenus quando cheguei lá. Mas depois por culpa dela vivi momentos de tensão. Hahaha.

Eu queria um tamanho de fonte e uma fonte legais. Que não fosse tão séria e que não fosse tão grande. Daí mudei pra Calibri. Ficou bom, será?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Três vezes no médico em menos de um mês, ou em três semanas, pra ser mais exato. Tudo começou com a gripe acompanhada da dor de garganta. Aí eu fui no médico e tomei benzetacil. E desmaiei.

Aí naquela mesma semana, meu ouvido tampa. Assim, como se tivesse entrado água do mar. Mas há tempo que eu não vejo uma praia ou vejo uma piscina de perto. E também não fui cabeção de deixar água entrar na orelha.

Daí que eui fui no Cema. Então tá, o médico disse que eu estava com secreção no ouvido e me deu antibióticos. Um para tomar por cinco dias, o outro por dez. Foi naquele dia que eu vi os operários gostosões lá na rampa do metrô.

Daí que o Marcelo veio passar o final de semana aqui em casa... E ontem de manhã ele perguntou o que eram umas manchas vermelhas que estavam no meu pescoço. Imaginei que fosse irritação da barba, sabe assim? E não dei muita atenção...

Aí de noite eu vim brincar no twitter e vim jogar paciência. E dei uma coçadinha no meu pulso, onde está a tatuagem. Daí que vi umas bolinhas vermelhas e pensei: pronto fodeu. Deu pau na tatoo. Aí mostrei pra minha mãe, que me fez tirar a camisa e tá dá. Eu estava/estou com alergia.

Pelo menos hoje está calor. Fui no Cema de novo. Nossa, demorou muito para ser atendido. Estava cheia a recepção. Levei a Piauí pra ficar lendo. Está bem boa a edição e olha que não costumo comprar muito a Piauí.

Enfim, eu sei que cheguei e estava passando os feiticeiros de Waverly Place. Aí começou o SPTV, o Globo Esporte, o Jornal Hoje e aí finalmente o médico me chamou para ser atendido quando começou o Vídeo Show.

O médico era bonitinho. Cabelo preto óculos e uma cicatriz no queixo.
"E aí William, tudo bom?
Tudo... quase.
Em que posso te ajudar?"

Achei fofo. Aí expliquei pra ele o que aconteceu. Aí ele disse que era alergia ao medicamento. Olhou meu ouvido e receitou um novo antibiótico (Klaricid UD), um antialérgico (Zina) [Ronaldo!, rá] e uma solução nasal para pingar no nariz.

Ninguém nesse mundo melhor que a minha mãe pra saber então onde seria um bom lugar pra eu comprar remédio manipulado. A solução, no caso. Aí ela falou para eu ir na Sé, na Arnaldo Seabra. Daí eu fui, né.

Somando tudo e arrendonando, foram R$115 de medicamentos. Uhterêrê. Me lasquei. Aproveitando o ensejo de estar na Sé, fui na Doctor Feet marcar horário com a Edna amanhã. Quando chego lá, qual não é a surpresa que a Edna não trabalha mais lá, desde a semana passada.

Aí passada fiquei eu né. A Edna merece um post futuro porque era um caso à parte nessa vida. E acho que ela era de esquerda. Mesmo sem saber. Ou pelo menos marxista, vá lá. Mas num futuro próximo talvez eu desenvolva isso. É um bafo.

Passado tudo isso eu precisava almoçar né? Porque saí de casa com dois copos de leite e um pedaço do Bolo Chips de Chocolate (vai ovo, leite condensado, massa para bolo e etc) que eu fiz no final de semana com minha vó. A receita eu peguei na Ana Maria. Então fui no Killu's.

O Killu's é um restaurante todo especial de um dia desafortunado na minha vida. Foi quando teve umas rodas de conversa na CADS e eu estava iniciando minha carreira jornalística e terminando o namoro com o Vítor. E eu estava sem dinheiro e fui almoçar lá com o Roberto, o Eduardo e o Cássio.

Não lembro direito, mas acho que o Dimitri também estava. E naquele dia prenderam os agressores do Ali. Daí que eu depois de um dia pobre, faminto e cansativo ainda fui pra porta da delegacia tentar fotografar os skins e participar da coletiva com a doutora Margarette. Foi o meu dia de foca também, em que fui salvo por uma agenda telefônica e que descobri que estava na coletiva errada, dada ao número de repórteres presentes, que na verdade estavam interessados na divulgação do boletim com o balanço dos números sobre a criminalidade no Estado.

Enfim, fui comer no Killu's, que é o primo pobre do Bovinu's. Tipo isso. A comida era R$36,50 o kilo, mas como entrei depois das 14h, ganhei um desconto de R$4. Depois de todo esse infortunio de médico e tudo o mais, tive que me presentear com um almoço bom. Eu tinha pensado em comer no Mc. Mas o lanche lá é pesado. Já estou com alergia e ficar comendo essas químicas não faz bem.

Daí saí de lá, carreguei o Bilhete Unico em uma lotérica não muito cheia e vizinha ao restaurante e fui em direção ao metrô. No caminho vi uma cena inusitada. Entre os inúmeros personagens que compõe a praça da Sé tinha um rapaz com uma espécie de bateria improvisada e um cartaz que me chamou a atenção. No letreiro dizia exatamente isso. Ele estava lá porque queria realizar o sonho de comprar uma bateria. Bateria, instrumento musical. Dessas de rock, sabe? Achei foda. Fiquei com vontade de ajudar e conversar, saber mais sobre ele, gravar um vídeo, colocar na internet... Uma coisa bem Ana Maria, bem Luciano Huck.

E agora que estou em casa. Vou correr atrás do dia não trabalhado perdido e editar algumas matérias para a revista. Essa é bem semana de fechamento. Já estamos atrasados. Tem feriado semana que vem e na quinta vou pra Belo Horizonte pra cobrir Enuds no final de semana, com o Marcelo. E agora essas alergias estão dando coceira. Daqui a pouco quero assistir mais The L Word.

E é isso.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Clube do Mickey

E essa semana foi bem melhor que a passada em que eu estava mals e ainda fiquei doentinho. Consegui render. E aconteceram coisinhas boas. Nada assim muito excepcional, mas boas no sentido em que deixaram o dia a dia mais gostosinho.

Uma delas foi dar uma avançadinha nas leituras. Terminei de ler Nick & Norah (hoje fiz uma pequena resenha) e li jornais dos dias anteriores. Na terça, li o de segunda. Na quarta, o da terça. E tive ideias de pautas que urgem serem tocadas.

Daí entrei um pouco em crise com isso ontem. O volume das coisas a fazer x o que se tem que fazer x a quantidade de tempo ser insuficiente para isso. Ou seja, nada de novo e nada de não-tipicamente paulistano.

Esses dias o Marcelo passou mal e aí fui em seu lugar fotografar o João Silvério Trevisan, lá perto do Edifício Itália, na casa dele. Incrível que trabalhei quase uns dois anos ali, quando a redação ficava no Itália, e nunca imaginaria que ele morasse lá.

Marquei com o Marcelo na catraca da República e, coisa rara, cheguei na frente. Daí que eu estava compenetrado lendo a coluna do Arnaldo Jabor (é, pois, é... Arnaldo Jabor, também acho os textos dele chatos) e o Mah me deu um super susto.

Depois de tirar as fotos, que vão pra entrevista na revista, voltei a ler o texto que até estava bom, sobre a corrupção no Senado – o que mais? – até que me deparei com um trecho e aí catei o porque não gosto do Jabor. Cuenda:

Até que enfim nossa crise endêmica está sujamente clara, em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades imundas tão fecundas como adubo sagrado, belas quanto nossas matas, cachoeiras e flores. Como é educativo vermos as falsas ostentações de pureza, candor, para encobrir a impudicícia, o despudor, a bilontragem nas cumbucas, nos esgotos da alma.

Tá, pode dizer que assim fica descontextualizado, mas gente, eu estou tentando entender até agora o que ele quis dizer com isso e só chego a conclusão de que ele não se leva a sério. O pior é que ele faz um tipo de personagem que acredita no que fala e é isso que me deixa mais confuso. É como o cara que escreveu a pérola da semana. Que o Twitter é de direita. Eu rachei só. #rialto

Porque, por falar em Twitter, Álvaro Pereira Junior também fez um texto sobre o microblog. Mas o dele ficou bom e era interessante. E eu gosto do Álvaro provocando o bando de leitor mocinha e banana do Folhateen. Daí que eu tava lendo o Folhateen e duas coisas.

1) Muito me assusta a matéria sobre os jovens tirando as dúvidas sexuais só por MSN, blá blá, blá. É que assim fica tão tudo overconected, tudo tão virtual, que as pessoas meio que acabam nunca superando o medo do ao vivo e acho, sei lá, acabam ficando bundonas, cuzudas, sabe? Tipo não encarar a vida. Pois então.

2) Fiquei bastante curioso pra ouvir “Pitanga em pé de Amora”. Parecia ser bonito e interessante. E até que é, mas achei meio modorrentinho assim. Tudo bem, não dá pra escutar as coisas “conceituais” que eu gosto no serviço, mas o som é bem paradinho.

Daí que por falar em escutar, eu finalmente consegui ouvir Mickey Gang. Hoje, só hoje, consegui ouvir agora quando cheguei em casa. E olha que estou curioso pra ouvi-los desde que saiu a matéria do Thiago Ney na Ilustrada. E isso faz quase um mês. Aí vi que eles estão concorrendo pra alguma coisa lá no VMB. Já teem o meu voto.

Gostei do som. Iria a um show deles se tocassem em São Paulo. Curti a postura de não se levarem muito a sério e achei eles um pouquinho parecido com o Cansei de Ser Sexy e com o Caxabaxa, sabe assim? Daí que é isso.

E hoje surpresinha boa. Claudia Wonder foi na redação e almoçamos com ela :)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Eu sei que eu fiz a limpa. Deixei de ser fã de algumas pessoas e e tirei um monte de coração e gelinho de um monte de gente. Coloquei essas classificações em pessoas novas e especiais também.

Na uninove não sei quem será meu orientador. Depois de enfrentar um calvário pra conseguir me matricular a semana passada o sistema resolve me ajudar. Mas aí cheguei lá e a cena foi a de sempre. A professora sentada na mesa, meia dúzia de gato pingado espalhado no fundo da sala e ela disse que não me orientaria.

Aí eu fiquei rascunhando o que acho que será meu segundo capítulo do tcc. Uma boa parte dele estava pronto no semestre passado e só. Daí que eu reescrevi, recauchutei. E achei mais bibliografia. Quer dizer, referência bibliográfica, porque o livro vai ser um infortunio pra achar e, se eu der sorte, vai ser inglês. E vamos combinar que meu inglês que já nem é dos melhores está enferrujado.

Mas pelo menos agora a vida amorosa anda bem...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Decidi aderir aos anuncios Google e quem sabe assim ganhar algum dinheiro. Vai que alguém interessado em alguma das palavras chaves se interessa por comprar alguma coisa que viu no AdSense, né?

Enfim... Depois eu volto e atualizo isso direito. Tenho reflexões e coisas a postar, mas agora não dá.

E (por enquanto), é isso.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fiquei com vontade de dividir o mundo com a internet, mas cheguei e estava frio e eu acabei jogando video-game... É que não fui trabalhar. Ontem, sei lá porque, meu ouvido entupiu. Está tampado até agora. Imagino que por ter assoado muito o nariz devido ao catarro.

Daí que hoje fui lá no Cema pra sabero que tinha acontecido. Acabei indo na parte da tarde para o hospital. Peguei bem o final de Senhora do Destino, com a Nazaré se jogando da ponte. Gosto do Aguinaldo Silva por isso. Fui atendido super rápido. Não estou com gripe suína, mas estou com "secreção no ouvido", segundo o doutor Peter Parker lá, e terei de tomar dois antibióticos.

Sério, o médico que me atendeu lembrava um pouco o Tobey Maguire. Tinha computador e internet na sala dele e ele acessava o G1. Não gosto do G1, é muito homofóbico e conservador pro meu gosto. Enfim, no meio da consulta a Lady Shiva entrou no consultório e deu pra sacar que o doutor Peter Parker tinha um sotaque tipo do interior. Pelo menos eu achei.

E a rampa do metrô Bresser está reformando. Daí que tem dois pedreiros lá que tipo eu dava. Sério. Se fosse uma bicha solteira e que estivesse saudável no momento eu quendava os dois. Um deles, o mais moderninho, tem um brinco na orelha. O outro é branquinho, aparenta ter menos de trinta e tem uma bunda que my gosh. Eu comia.

Enfim, voltei pra casa e cheguei cedo. Tava frio e me encorujei no sofá. Daí fui pro video-game. E hoje terminei de ler a Trip. Fiquei até arrepiado com um texto foda publicado lá. A edição fala sobre morte e tem matérias do caralho, sem falar na já citada entrevista com a Glória Perez. Tem umas fotos também da Luiza Sá, e diz que ela tem 26 anos. Fiquei passado como ela começou com a banda nova.

Agora sei lá. Antes de dormir não sei se jogo mais videogame ou assisto a um filme. Por enquanto nada que me agrade na Tv a cabo, então talvez eu assista um DVD que comprei há anos, quando voltei das férias do Rio. É um filme chamado "Homem e mulher até certo ponto". É super antigo e conta a história de uma trans que depois da cirurgia de readequação sexual volta para a cidade de origem e, parece, se envolve com um cara homofóbico.

E é isso.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Efeito psicológico

Que tipo eu estou meio doentinho não é novidade. Dor de garganta a semana toda que só deu uma tregua hoje. Aí vem tosse e catarro que não me largam. E eu acho a palavra catarro esquisita. Muito esquisita. Nojenta não, esquisita só. Estou bebendo bastante água mas não aguento mais tossir e cuspir. Disgusting.

Hoje comprei um xarope. Cloridrato de ambroxol. Minha mãe me falou que ele era bom pra tosse. Eu tomei. Não que tenha feito assim tempo para ele dar efeito, mas parece que diminiu um pouco minha tosse. Já tomei duas de 3 doses de 5 ml cada. Pensei se não seria melhor de repente tomar 15 ml de uma só vez. E acho esse nome ambroxol muito engraçado. Parece que tem a ver com bruxa. Me imaginei indo a farmacia e pedindo ambroxol pra fazer uma poção mágica de bruxaria.

Daí que estou todo cagado e agora meus ouvidos estão meio estranhos, meio entupidos. Preciso de um otorrinolaringologista - tá eu queria só escrever otorrinolaringologista e fazer um pouco de manha. Porque manha, quando se está doente tem um efeito psicológico muito forte. Forte mesmo.

E eu sou uma pessoa influenciável e que é bastante apegada a efeitos psicológicos. Uma entrevista com a Glória Perez, na Trip, e uma com a Pitty, no Folhateen, me fizeram ter bastante vontade de ver Caminho das Índias e ouvir Chiaroscuro. #Prontofalei

E é isso.